
“- Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, o mar tem ondas?
– Porque os peixes estão a dançar.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, o sol se esconde?
– Porque também gosta de brincar.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, as estrelas caem?
– Porque tropeçam no manto da noite.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, falamos sozinhos?
– Porque as palavras indicam caminhos.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, me levantas no ar?
– Para te ensinar a agarrar.
– E se eu começar a voar?
– Terás sempre onde pousar.”
(Imagem: banco de imagens Google)
“- Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, o mar tem ondas?
– Porque os peixes estão a dançar.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, o sol se esconde?
– Porque também gosta de brincar.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, as estrelas caem?
– Porque tropeçam no manto da noite.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, falamos sozinhos?
– Porque as palavras indicam caminhos.
– Avô.
– Diz.
– Porque é que, às vezes, me levantas no ar?
– Para te ensinar a agarrar.
– E se eu começar a voar?
– Terás sempre onde pousar.”
(Imagem: banco de imagens Google)