Do meio da mata vem um chamado
O canto fantástico do peito-de-aço
Que não se confunde nem nunca se cala
Mas chama de longe, atravessa o espaço
O canto fantástico do peito-de-aço
Que canta distante seu canto de mata
Mas chama de longe, atravessa o espaço
Não é só um canto, é uma bravata
Que canta distante seu canto de mata
Junto da companheira, não mostra cansaço
Não é só um canto, é uma bravata
Que só canta livre, não canta no laço