


Blog de de Alice – Alinhavando letras
A todas as pessoas que passaram pela minha vida; às que ficaram e às que não ficaram; às pessoas que hoje são presença, àquelas que são ausência ou apenas lembrança… – desde 2008 –



Eu queria ser o Mar de altivo porte
Que ri e canta, a vastidão imensa!
Eu queria ser a Pedra que não pensa,
A pedra do caminho, rude e forte!
Eu queria ser o Sol, a luz imensa,
O bem do que é humilde e não tem sorte!
Eu queria ser a árvore tosca e densa
Que ri do mundo vão e até da morte!
Mas o Mar também chora de tristeza...
As árvores também, como quem reza,
Abrem, aos Céus, os braços, como um crente!
E o Sol altivo e forte, ao fim de um dia,
Tem lágrimas de sangue na agonia!
E as Pedras... essas ... pisa-as toda a gente! ...

Hoje foi dia do beijo
e eu fiquei sem um único beijo
como também há o dia do abraço
e eu não tenho nenhum abraço
mas, depois, para compensar tudo isso,
virá o dia da saudade
e, nesse dia, então
eu estarei cheia de saudade

En los ecos de la noche, cuando la luna ilumina ilusiones y anodinas promesas, que cuelgan del hilo de las horas que pasan, destellos de adrenalina hostigan la pasión de la fantasía de un deseo mortecino en las brasas de una añoranza que fue un sueño, y en el universo apagado de la razón de la mente buscas esa lejanía donde quizás el velero de la certidumbre navegue en el rumbo que conviene a las estaciones de un destino que desconoces.
(Imagem: banco de imagens Google)

Fui nova, mas fui triste… Só eu sei
Como passou por mim a mocidade…
Cantar era o dever da minha idade,
Devia ter cantado e não cantei…
Fui bela… Fui amada e desprezei…
Não quis beber o filtro da ansiedade.
Amar era o destino, a claridade…
Devia ter amado e não amei…
Ai de mim!… Nem saudades, nem desejos…
Nem cinzas mortas… Nem calor de beijos…
Eu nada soube, eu nada quis prender…
E o que me resta?! Uma amargura infinda…
Ver que é, para morrer, tão cedo ainda…
E que é tão tarde já, para viver!…
(Imagem: banco de imagens Google)