Eu (texto anônimo)

Eu me amo, por todas as vezes que ninguém me amou…

Eu me respeito, por todas as vezes ninguém me respeitou…

Eu me aceito, por todas as vezes que as pessoas me julgaram…

Eu me abraço, por todos os abraços que eu perdi…

Eu beijo, por todos os beijos que não me deram…

Eu me sustento, por tantos momentos difíceis que passei sozinha…

Levanto, por tantas vezes que caí…

E eu me aplaudo por tantas vezes que me levantei…

E sorrio, pelas tantas vezes que chorei…

Mas, acima de tudo, me perdoo por ter acreditado que tudo o que eu precisava estava fora…

Agora eu sei que não é assim, e que em mim havia aquele amor, aquele respeito, aquela aceitação, aquele abraço e aquele beijo; aquele apoio que sempre me levantou, e aquele aplauso das minhas próprias mãos que o sorriso me devolveu…

Sim, quem eu mais precisava era sempre eu mesma, só demorei anos para perceber isso…

Anos que foram passando e que hoje estão ficando mais leves…

Porque hoje eu voltei para casa…

Hoje estou em mim…

Hoje voltei para mim…

Hoje eu vivo para mim…

Hoje eu acredito em mim…

Hoje eu me amo…

Para hoje e sempre!

(Imagem: banco de imagens google)

2 comentários em “Eu (texto anônimo)

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