Cantando com a alma – Corsu Mezu Mezu – Terra Corsa

Terre corse tant aimée
Je te garde dans mon coeur
Que je sois près ou loin
Lorsque je chante, je chante pour toi

Terre corse lumineuse
De beauté comme nulle par ailleurs
De l’azur la perle rare
Lorsque je rêve, je rêve de toi

Celui qui s’en va
Sait, qu’un jour il reviendra
Il a ses racines en terre corse
Sur notre terre, pour toujours restera

Terre corse témoin
De douleurs et d’allegresses
Tête haute et corse fier
Et si je parle, je parle de toi

Terre corse terre Mère
Courageuse et généreuse
Tu as donné tant d’enfants
A la gloire, postérité

Comme la Vierge Madone
Et reine de notre île
Tournant son regard pour cette terre Corse
Lorsqu’elle prie, elle prie pour toi

Terre corse, terre sainte
Lorsque ma vie s’achèvera
Je veux dormir en terre corse
Le dernier rêve d’éternité

Dia de poesia – Teresinha Couto – Reencontro

Olhares se traçam
Mãos se entrelaçam 
Braços se abraçam
Bocas se amordaçam

Abraço revigora a alma
Coração saudoso aliviado
suspira eternizando o reencontro
Aflorando o fogo da paixão

Como rocha alicerçando-se num novo amanhã
Abraçando caminhos adversos a seguir
Desbravando novos horizontes
Em busca da felicidade

No abraço da vida 
sonhos cristalinos a se realizar
Jardins coloridos a encontrar
Fazendo brotar novas emoções
Para o amor florir...

(Imagem: banco de imagens Google)

Texto de Jacques-Alain Miller, psicanalista

Para se pensar

Alguns sabem provocar o amor no outro, os serial lovers – se posso dizer – homens e mulheres.

Eles sabem quais botões apertar para se fazer amar. Porém, não necessariamente amam, mais brincam de gato e rato com suas presas.

Para amar, é necessário confessar sua falta e reconhecer que se tem necessidade do outro, que lhe falta.

Os que creem ser completos sozinhos, ou querem ser, não sabem amar.

E, às vezes, o constatam dolorosamente.

Manipulam, mexem os pauzinhos, mas do amor não conhecem nem o risco, nem as delícias.

(Imagem: banco de imagens Google)

Texto de Andrea Domingues – Coragem!!!

Deixar para lá não é uma forma de esquecer, mas é a forma mais inteligente de não dar tanta corda para te enrolar ainda mais…

Deixar para lá é parar no tempo e perceber que a chuva vem lavando a poeira e deixa um arco-íris no lugar…

Deixar pra lá é colocar a alma no varal e deixar o sol secar gota por gota…

E que depois, de alma lavada, na curva tem um novo horizonte…

Deixar pra lá é aceitar que até no deserto tem rosa e que é no silêncio que elas brotam mais belas…

Deixar pra lá é ter maturidade de que frutos chegam no tempo certo, não adiante espernear…

Para provar o doce, tem que desistir do amargo…

Deixar pra lá é entender que o vento é capaz de mudar a rota e que o barco também precisa do cais…

Deixar pra lá é entender que o silêncio é a melhor arma, ele envergonha os idiotas e desarma os ignorantes…

(Imagem: foto de Miguel Angelo Barbosa)