Um Santo Natal aos que crêem. Oram. E acreditam que Natal é o nascimento do Deus que se fez Homem entre nós.https://www.youtube.com/embed/9rUFy3Id7aI
Agora, com legenda:
A todas as pessoas que passaram pela minha vida; às que ficaram e às que não ficaram; às pessoas que hoje são presença, àquelas que são ausência ou apenas lembrança… – desde 2008 –
Um Santo Natal aos que crêem. Oram. E acreditam que Natal é o nascimento do Deus que se fez Homem entre nós.https://www.youtube.com/embed/9rUFy3Id7aI
Agora, com legenda:
Como os órfãos conseguem enfrentar o Natal? aquele lugar sempre vazio em todos os dias, fica ainda mais vazio na mesa de Natal, festa que ele tanto apreciava e fazia questão de reunir a família… aquele lugar sempre vazio na vida, aquele abraço que não vem mais, aqueles olhos que não se iluminam mais ao ver você chegar, aquelas mãos firmes que já não apoiam nem sustentam… que saudade, meu pai, como a vida ficou triste depois de sua partida…
“O que fiz por ele, fiz e não digo. O que fez por e de mim, foi um tudo. Me lembro: jamais me mentiu. Era capaz de esbofetear um mentiroso, apenas pela mentira. Fosse de que gravidade.
De tudo que me ensinou, certo ou errado, hoje, dentro dos meus já então parcos e paupérrimos preconceitos, retiro, inapelavelmente, uma solução, uma saída, uma parada para pensar, um pouco de coragem para enfrentar, muita coragem para não “aderir” – na última das hipóteses, um sofisma, uma frase feita – estamos conversados!
Aos 37 anos de idade, descrente e exausto, sem Deus nem diabo, é que posso afirmar: Jacob Pick Bittencourt foi mais do que um pai. Do que um amigo. Do que um Ídolo. Foi e é, para mim, um homem.
Com todas as virtudes, fraquezas, defeitos e rastros de luz que certos homens, que ainda escrevemos com “agá” maiúsculo, souberam ou sabem ser. E homem com H maiúsculo, para mim é Gênio.
Tenho certeza e assumo: não sou nada, porque, de fato, não preciso ser. Me basta ter a certeza inabalável de que nasci do Amor, da Loucura, da Irrealidade e da Lucidez de um Gênio.“
(Texto de Sérgio Bittencourt sobre seu pai, Jacob do Bandolim, para quem compôs a canção “Naquela mesa”)

(Imagem: banco de imagens Google)

e vieram as máscaras. Inúteis, horrorosas e impostas mediante violência. e veio a violência. E o pânico. então veio o isolamento. O fique-em-casa e o cala-a-boca. e 24 horas por dia de notícias escatológicas incentivando a neurose coletiva. Assim, submissos, submetidos e humilhados, mascarados e confinados, viveram por mais de um ano... então veio a vacina. Que não imunizava mas era obrigatória e os menos esclarecidos a disputaram a tapas e gloriosamente postavam nas redes fotos do momento da vacinação... e depois pegaram a doença e a indústria da mentira foi fartamente alimentada e as pedras voavam na direção dos que não tinham medo porque o grande crime passou a ser não ter medo eram os “negacionistas” porque é preciso pôr um rótulo... apenas negavam a eficácia da vacina não a existência da doença nem o perigo que representava... agora, toda a farsa veio à tona a vacina que ameniza mas não imuniza a doença que poderia ser controlada a estabilização – ou amenização natural do vírus nas novas cepas e a ameaça de tudo recomeçar pânico, fica-em-casa, cala-a-boca máscara e vacinação compulsória porque agora eles negam as evidências os artigos científicos e as verdades expostas quem são os novos negacionistas porque tudo se repete, como uma espiral a população achando lindo pensar que teremos nova pandemia vibrando com a possibilidade de não precisar trabalhar... quando vier a fome derramarão lágrimas de sangue por um dia de serviço bem pago mas então será tarde muito tarde para sentir
(Imagem: banco de imagens Google)
Tenho ciúmes Das verdes ondas do mar Que teimam em querer beijar Teu corpo erguido às marés Tenho ciúmes Do vento que me atraiçoa Que vem beijar-te na proa E morre pelo convés Tenho ciúmes Do luar da Lua cheia Que no teu corpo se enleia Para contigo ir bailar Tenho ciúmes Das ondas que se levantam E das sereias que cantam Que cantam para te encantar Ó meu amor marinheiro Ó dono dos meus anelos Não deixes que à noite a lua Roube a cor aos teus cabelos Não olhes para as estrelas Porque elas podem roubar O verde que há nos teus olhos Teus olhos, da cor do mar Ó meu amor marinheiro Ó dono dos meus anelos Não deixes que à noite a lua Roube a cor aos teus cabelos Não olhes para as estrelas Porque elas podem roubar O verde que há nos teus olhos Teus olhos, da cor do mar